O Santos FC, diante dos desafios enfrentados nesta temporada, está de olho no mercado para fortalecer seu elenco. Uma fonte ligada ao clube revelou que há um consenso sobre a necessidade de trazer um meio-campista "com muita resistência" para aguentar a maratona de jogos pela frente, assim como um atacante pelas pontas, movimentação que não dependerá da chegada de Rony ao time.
Além disso, a posição de lateral-esquerdo é vista como prioridade para a diretoria, que busca aliviar a pressão sobre o jovem Vini Lira, promovido da base após as saídas e o declínio no desempenho de jogadores anteriores. Por ora, não se espera novos nomes para o centro da defesa.
Este movimento do Santos vem em resposta a um início de temporada aquém do esperado. O clube, que se encontra momentaneamente fora da zona de classificação para as próximas fases do Campeonato Paulista, também enfrentou uma derrota por 4 a 2 contra a Chapecoense em sua estreia no Brasileirão. Apesar de uma atuação que mostrou potencial, a inconsistência defensiva foi um ponto fraco destacado.
No ataque, a chegada de Rony, vinda para preencher o espaço deixado por Guilherme, é aguardada com expectativas. No entanto, a recente performance abaixo do esperado de Gustavo Caballero contra a Chapecoense deixou claro que o Santos ainda busca mais opções para o setor ofensivo.
Quanto ao meio-campo, as opções atuais incluem Willian Arão, Zé Rafael e João Schmidt, que têm sido os pilares do time. Contudo, com Gabriel Bontempo retornando de lesão e Tomás Rincón disponível como alternativa defensiva, há discussões sobre elevar o nível de qualidade nessa área do campo para a temporada de 2026.
O Santos reconhece os riscos que o calendário apertado de jogos apresenta para seus planos neste ano e vê as contratações pontuais como essenciais para a construção de um elenco competitivo e resiliente.