No embate do último sábado pelo Campeonato Paulista de 2026, o Palmeiras mostrou sua força e superou o São Paulo por 3 a 1, marcando um ponto de virada após o revés mais dolorido sob o comando de Abel Ferreira ocorrido na última terça-feira.
Com a exceção de Vitor Roque, poupado no início por precaução física, o Verdão alinhou sua formação mais robusta contra o rival. Nomes como Carlos Miguel, Khellven, Gustavo Gómez, Bruno Fuchs, Piquerez, Marlon Freitas, Andreas, Mauricio, Allan, Sosa e Flaco López formaram o esquadrão inicial, representando o que o Palmeiras tem de mais preciso em seu arsenal para o ano.
A partida rapidamente tomou um rumo favorável ao Palmeiras, evidenciando uma tática menos vista em 2026, mas muito característica da era Abel: a intensa pressão ofensiva. Foi através desta abordagem que Mauricio, emulando a função de um segundo atacante, abriu o placar para o Alviverde.
O desempenho superior da equipe não se limitou a esta jogada. Ao longo do clássico, mesmo com uma posse de bola menor (37%), o Palmeiras conseguiu dominar o São Paulo em várias ocasiões, organizando seu ataque desde a própria defesa. Marlon Freitas e Andreas Pereira, em especial, desempenharam papéis cruciais na transição ofensiva, permitindo um jogo fluído e sem dependência exclusiva de jogadas aéreas ou pressão alta.
Destacou-se também Flaco López, que com duas assistências e um gol, comandou as ações ofensivas do Palmeiras, mostrando uma performance à altura de seus melhores dias no ano anterior.
A equipe, no entanto, mostrou que ainda precisa de ajustes, especialmente na defesa, onde o São Paulo encontrou brechas pelos lados do campo. A dupla Marlon e Andreas, ambos com características ofensivas, precisará de mais tempo para aperfeiçoar o entrosamento.
Apesar das áreas a serem desenvolvidas, o Palmeiras deixa um claro sinal de que está longe de se render em 2026. A equipe, agora com sua força máxima, indica um potencial de melhoria e eficácia para os desafios futuros, prometendo um ano de evolução e conquistas.