A temporada de 2026 começou com um revés para o Grêmio, que enfrentou o Fluminense no Maracanã, culminando em uma derrota por 2 a 1 na primeira rodada do Brasileirão. Este resultado adiciona uma camada de incerteza em relação às decisões táticas de Luís Castro, o comandante da equipe, especialmente após uma mudança significativa na formação do time que vinha sendo preparada.
O empate enfrentado contra o Internacional no Beira-Rio, onde o Grêmio não conseguiu sobrepujar o adversário em termos de jogo, parece ter sido o divisor de águas para Castro. O técnico, que até então vinha apostando em um jovem volante de 17 anos como peça central de sua estratégia, parece ter reavaliado sua abordagem. Essa mudança, decisiva e súbita, gerou uma onda de insegurança entre os torcedores, que agora se veem incapazes de prever a formação que enfrentará o Botafogo na próxima semana, em seu próprio domínio, a Arena.
O aspecto mais alarmante, considerando as duas derrotas contra equipes da Série A, reside na percepção de que recuar no tempo e reutilizar estratégias de 2025 pode ser a solução para 2026. Essa abordagem, porém, é tão questionável quanto acreditar no impossível, conforme bem coloca Cesar Cidade Dias, é como esperar colher beterrabas de um terreno semeado com batatas.
O Grêmio, com essa derrota inicial e a subsequente confusão tática, encontra-se em um momento crítico. A necessidade de uma estratégia coesa e de um esquadrão confiável nunca foi tão evidente, com a expectativa de que as próximas rodadas possam trazer não só vitórias, mas também uma visão mais clara e otimista para o futuro do clube no campeonato.